sábado, 23 de abril de 2011

Distância

Azul e cinza,
dias sem cor.
Saudade e tristeza,
no peito só dor.
Respostas se escondem.
O nome?
AMOR.
Deveria ser bom,
o mais perfeito sabor.
Mas a distância insiste
em transformar tudo em dor.        
Os ventos que sopram,
nos levam cada vez mais distantes.
Da tua face a doce lembrança,
minha riqueza, meu diamante.
Mas a vida é assim.
No velho livro esta escrito.
Jóias raras são para os nobres,
não para poetas em conflito.
A saudade derramarei em meu tinteiro.
A tinta forte diluirei com minhas lágrimas.
E no desejo da tua presença,
vou "farturando" meu livro de páginas.
Das lembranças eu bem cuidarei.
Estarão "redomadas" em meu coração.
E o que eu não conseguir transformar em verso,
em melodias te faço canção.

E mesmo que os ventos nos deixem distantes,
meus acordes irão te alcançar.
Minha jóia rara, meu diamante,
passarei meus dias sempre a te lembrar.

by: A.P.

3 comentários:

  1. Lindo texto!!!
    Dificil saber o que provocou em mim...
    Lindas e tristes palavras...
    Tocante!
    TE AMO gatinha!

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  2. minha amada, seus textos me arrebatam.. um poema a saudade.. é seu, mas quero dedicar a alguem mais q especial na minha vida adivinha quem A.P! amo vc minha amiga!

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  3. Que linda vc é, minha amiga Celine Guedes!
    Quanta felicidade me toma saber que tens estado por aqui.
    Tão longe e tão perto!
    A vida é cheia de delicadezas, e mesmo q a saudade faça doer, as boas lembranças dos bons momentos soam como bálsamo, q afagam e acareciam a alma e nos fazem sentir bem mais perto do q realmente podemos estar. Bjo meu, minha amada. Satisfação gigantesca ter vc aqui ( em minhas lembranças, em minhas poesias, no nosso cantinho e em capítulos importântes da minha existência). Amoooo!

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